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sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

UM DIA MUITO DIFERENTE






No dia seguinte, passamos todo o dia pela aldeia... 

nem tenho palavras para descrever... a beleza do lugar 

o colorido da fruta

o silêncio que havia 

Não se via ninguém!




Olhava para tudo... reparando nos pormenores 

e achei o máximo esta escada encostada à árvore 

imensas árvores de fruto, laranjeiras...




a roupa estendida no arame

as couves na horta

uma imensidão de campos, ao longe



eram estes os caminhos por onde andamos, 

caminhos de cabras 

onde passa o gado para ir para o pasto

os carros ficam num largo que existe 

e vamos com as malas na mão, até às casas







nem tenho palavras... 

fiquei deslumbrada, com o que via à minha volta




um tanque de água 

e, os castanheiros deixam cair os ouriços





para fazer esta foto, ainda me piquei...

e, ao fundo a Igreja que era o meu relógio, 

durante o dia e a noite, 

no silêncio ouvia as badaladas das horas e meias horas




pelo caminho a minha amiga encontrou uma familar dela, 

uma senhora dos seus 90 anos,

 que ainda vai à procura de ramos para acender a lareira... 

puseram-se à conversa 

e eu, fui fotografando todos os recantos daquele lugar