Assim começou a apresentação do catálogo de
viagens PINTO LOPES para 2016,
no MUSEU DO ORIENTE em Lisboa.
O primeiro tema falado foram as Viagens de Autor,
que tiveram início com Gonçalo Cadilhe.
Confesso que gostaria de ir com a Raquel Ochoa fazer 2 viagens:
"Cabo Verde" onde já estive na Ilha do Sal,
mas que há ainda muito mais para ver
e, gostaria de ir ao Senegal
Disseram que para 2016 apresentam uma nova
"Viagem de Autor" desta vez com Mário Crespo
mostraram imagens de várias viagens,
algumas delas gostaria muito de poder fazer:
Cruzeiro em 6 destinos exóticos, quem me dera!
O ORIENTE é a minha paixão
Viajar
faz as pessoas mais felizes (mais do que bem materiais), apontam vários
estudos.
A verdade é que viajar aproxima mais as pessoas, ao
contrário de alguns bens que apenas aumentam a distância.
Um objecto acaba por
se tornar obsoleto, enquanto uma viagem fica para sempre na nossa memória.
Na
realidade, viajar é a única coisa onde gastamos dinheiro que nos torna mais
ricos.
Viajar abre a nossa mente e muda a nossa concepção do mundo, através do
contacto com novas culturas, línguas e experiências de vida.
De facto, cada vez
que regressamos de uma viagem, já não somos a mesma pessoa.
Outra viagem que me seduz:
GRANDE EXPRESSO TRANSIBERIANO - A VIAGEM DE UMA VIDA
também me seduz a FOTOGRAFIA e não resisti a captar
este maravilhoso céu, apontando a máquina para a
Ponte 25 de abril - quando estava no terraço do Museu do Oriente
Além de uma pequena visita guiada ao Museu do Oriente
e da apresentação do catálogo, no fim tive a oportunidade
de privar com o próprio Gonçalo Cadilhe
e fotografei-o junto da amiga que me acompanhou.
Biografia - Natural da
Figueira da Foz, colheita Maio 68, vive há 20 anos a viajar e escrever sobre
isso.
Gonçalo Cadilhe é autor de vários livros, escreve em diversas publicações
e assina documentários para a RTP.
Em 2003-04 deu uma volta ao mundo sem
aviões, em 2007 outra, seguindo a rota de Fernão de Magalhães e, em 2008, outra
ainda para seguir as suas ondas de surf de sonho.
Talvez pelos escuteiros, que deram alternativa melhor ao conforto do lar.
Talvez pelo surf, que me abriu a uma nova dimensão do espaço, amniótico,
infinito.
Talvez pela primeira viagem, que obrigou a sonhar com a segunda. Não
sei, digo sempre quando me perguntam.
E acrescento: não é uma pergunta.
O que
merecia ser perguntado é, a quem não gosta de viajar:
como é que não nasceu em
si o gosto pela viagem?
Quem não gosta de viajar?
Viajar é alegria, é
plenitude.
E como todas as coisas boas da vida, essa alegria, essa plenitude,
merecem ser partilhadas.
Nesse sentido, cada reportagem que assino cada livro
que escrevo, cada documentário que realizo, toda a minha actividade
profissional é sentida como uma partilha.
Essa coerência da minha actividade
profissional mantêm-se com o meu novo projecto “Viagens de Autor”, em parceria
com a PLV: é também este projecto uma partilha. Mas no terreno.









