segunda-feira, 31 de julho de 2017

RUÍNAS DE TRÓIA e COMPORTA



No seguimento do post anterior, 

continuo pelo mês de ABRIL 

que foi um mês muito intenso de actividades. 

Estava planeado um passeio de FOTOGRAFIA 

às ruínas de Tróia! 

Lugar que nunca tinha visitado 

e que tinha curiosidade em ir explorar... 

principalmente, ver uma jóia do século IV-V 

a Basílica Paleocristã






Depois seguimos para a HERDADE da COMPORTA 

e, fomos visitar o Museu do arroz - fábrica de descasque do arroz




Com paisagens destas, 

é de ficar mesmo fascinada pela COMPORTA





É TEMPO DE PRIMAVERA E O AMOR ANDA NO AR, 

ATÉ AS CEGONHAS FAZEM AMOR...

depois da visita a Alcácer do Sal 

seguimos para a CARRASQUEIRA, 

onde o dia terminou, com o Sol a despedir-se de nós...




no caminho entre a COMPORTA e Alcácer do Sal, 

os campos estavam assim floridos...




uns dias depois, segui com uma Amiga 

para o Luso e Bussaco, onde captei estas imagens






Tudo isto aconteceu nos primeiros dez dias de Abril, 

mas ainda muitas coisas estavam para acontecer... 
(segue no próximo post)


11 comentários:

  1. As ruínas romanas de Troia são um monumento arqueológico situado na margem esquerda do rio Sado,
    na face noroeste da península de Troia,
    em frente a Setúbal, no concelho de Grândola,
    freguesia do Carvalhal, em Portugal.

    As ruínas, que abrangem várias construções do período entre os séculos I ao VI,
    estão classificadas como Monumento Nacional desde 1910.

    Quer seja pela sua singularidade ou pela sua monumentalidade,
    ao chegar a Tróia, não deixe de visitar as ruínas romanas.

    Comece por se deixar levar pela beleza natural do sítio , inserido na Rede Natura 2000,
    numa paisagem dunar que começa junto a uma laguna
    e se prolonga ao longo da orla do estuário do Sado.

    O percurso de visita convida-o a recuar até ao séc. I d.C.
    e a conhecer um monumento nacional que sobreviveu mais de 2000 anos,
    com casas, fábricas, termas, mausoléu e necrópole, que identificam a cidadania romana.

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  2. É impossível ficar indiferente à presença dominante das oficinas e dos seus tanques
    onde era salgado o peixe e se faziam os emblemáticos molhos de peixe vendidos por todo o Império.

    A sua quantidade faz-nos pensar na imensidão de pessoas que trabalhavam o peixe,
    desde os pescadores aos escravos e seus senhores.
    Será que vai conseguir sentir o odor a peixe da Tróia Romana?

    São seis séculos de história, entre o séc. I e o séc. VI d.C.,
    num espaço abençoado pela natureza. Tróia,
    a “Pompeia de Setúbal”,
    conforme foi referida por Hans Christian Andersen, foi pensada à escala do Império
    e é o maior centro de produção de salga de peixe do mundo romano.

    Toponímia: Península de Troia / Sítio da Caldeira
    Cronologia: Séculos I/VII d. C.
    Medidas de proteção: Monumento Nacional, por Decreto de 16 de Junho de 1910, D. G. n.º 136, de 23 de Junho de 1910.

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  3. RUINAS ROMANAS DE TRÓIA
    O MAIOR CENTRO DE PRODUÇÃO DE SALGAS DE PEIXE NO IMPÉRIO ROMANO

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  4. A Mata Nacional do Buçaco (Bussaco na grafia antiga) é uma área protegida localizada na Serra do Buçaco, freguesia de Luso, concelho da Mealhada.
    Foi plantada pela Ordem dos Carmelitas Descalços
    no primeiro quarto do século XVII,
    encontrando-se delimitada pelos murros erguidos pela ordem para limitar o acesso a mata.

    Os Carmelitas construíram também aí o Convento de Santa Cruz do Buçaco,
    destinado a albergar essa ordem monástica,
    que existiu entre 1628 e 1834, data da extinção das ordens religiosas em Portugal.

    Em 1888 foi iniciada a construção do Palácio Real
    (actualmente Palace Hotel do Buçaco) no local do convento,
    sendo este parcialmente demolido para o efeito.

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  5. A Mata Nacional do Buçaco possui espécies vegetais do mundo inteiro importadas pela Ordem dos Carmelitas Descalços, incluindo o célebre cedro-do-buçaco (Cupressus lusitanica).
    Localiza-se aqui um habitat relíquial único:
    o adernal, cuja distribuição mundial se circunscreve aos escassos hectares existentes no Bussaco.

    A origem do nome Bussaco ou Buçaco - Remontam aos mais antigos documentos respeitantes à região centro as referências ao “monte bussaco”.

    No ano de 919, num documento em latim bárbaro, surge o nome Bussaco
    numa doação do lugar de Gondelim,
    feita por Gundesindo e outros, ao mosteiro de Lorvão, que diz
    ”... cum suas ualles que discurrunt de monte buzaco” (Portugalie Monumenta Historica, vol 1, pág. 14).

    Noutro testamento de 1002, lê-se “...in loco predicto uaccariza subtus monte nuncupato buzacco...”.

    Atribui-se a etimologia à designação latina de ‘Boscum sacrum’ ou, por analogia, ao ermo de ‘Sublaco’, perto de Roma, Itália, onde S. Bento, fundador da Ordem dos Beneditinos, passou três anos em severa penitência. Esta última versão é defendida pela poetisa do Buçaco, Bernarda Ferreira de Lacerda (1595-1644), que no seu livro ‘Soledades do Buçaco’ diz:

    En aquelles siglos de oro
    Y venturosas edades
    Qual el de Lacio Sublaco
    Solia el monte llamarse

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  6. Férias interrompidas por uns dias, eis-me de visita aos amigos
    Obrigada pelo passeio. Belas imagens
    Um abraço

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  7. Que bom que é passear através das suas fotografias. Obrigada.
    Uma boa semana.
    Beijos.

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  8. Começo pelas Ruínas de Tróia e por destacar a foto que eu não consegui fazer nas vezes em que lá estive. Este ângulo é sem dúvida o mais ilustrativo das Ruínas, pois apanha diversas vertentes, com o recurso do rio ao fundo, fundamental para o prosperar de uma grande civilização há 2000 anos em Setúbal.

    Em seguida Comporta, esse pedaço de território tão depressa amado como odiado, mas talvez mais incompreendido. Neste momento a Comporta debate-se que o problema das moscas que têm sido atraídas pelo estrume espalhado pela recuperação da Herdade... mas deves ter feito estas fotos antes desse dilema. De qualquer maneira a Comporta é e sempre será um paraíso às portas de Lisboa, bem ilustrado nalgumas das tuas fotos, inclusive aquela das cegonhas, um "apanhado" que eu duvido que muitos fotógrafos profissionais da natureza tenham.

    O cais palafítico da Carrasquerira tem várias nounaces: tu aqui apanhaste duas, com a maré cheia e com o Pôr-do-Sol, ambas sempre interessantes e simbólicas.

    A tremocilha é um dos grandes símbolos da região, emprestando um tom amarelo vivo à paisagem mais monótona dos pinheiros mansos altos. Bem captada a imagem cheia de contraste e a um hora em que o Sol estava alto.

    Luso Bussaco conheço mal mas é um local onde cada fotografia pode ser um mistério. Captaste esse enigma nalgumas delas, ou pela grandiosidade das construções ou pelo enquadramento arbóreo, jogo de uma arquitectura que infelizmente hoje já não se faz.



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  9. Foi um excelente começo de abril, brilhante reportagem fotográfica.
    Beijinhos
    Maria de
    Divagar Sobre Tudo um Pouco

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  10. Já estive várias vezes em Tróia e nem me apercebi que havia ruínas romanas. Fica para a próxima...
    O museu do arroz conheço, até porque se come lá muito bom arroz.
    Magnífico post, gostei.
    Bom fim de semana, amiga Tulipa.
    E boas férias, se for o caso.
    Beijo.

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