No dia seguinte, passamos todo o dia pela aldeia...
nem tenho palavras para descrever... a beleza do lugar
o colorido da fruta
o silêncio que havia
Não se via ninguém!
Olhava para tudo... reparando nos pormenores
e achei o máximo esta escada encostada à árvore
imensas árvores de fruto, laranjeiras...
a roupa estendida no arame
as couves na horta
uma imensidão de campos, ao longe
eram estes os caminhos por onde andamos,
caminhos de cabras
onde passa o gado para ir para o pasto
os carros ficam num largo que existe
e vamos com as malas na mão, até às casas
nem tenho palavras...
fiquei deslumbrada, com o que via à minha volta
um tanque de água
e, os castanheiros deixam cair os ouriços
para fazer esta foto, ainda me piquei...
e, ao fundo a Igreja que era o meu relógio,
durante o dia e a noite,
no silêncio ouvia as badaladas das horas e meias horas
pelo caminho a minha amiga encontrou uma familar dela,
uma senhora dos seus 90 anos,
que ainda vai à procura de ramos para acender a lareira...
puseram-se à conversa
e eu, fui fotografando todos os recantos daquele lugar





















































